O atacante Adriano Pardal fará amanhã seu último jogo pelo América, pois seu contrato acaba na Segunda e não haverá tempo para renovar já para o jogo de Terça contra o Sampaio Corrêa.
Raphox Ramos
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Zagueiro é dúvida para o próximo jogo
O zagueiro Cléber será julgado hoje pela expulsão no empate do América em 3x3 com a equipe do Atlético Goianiense, na Arena das Dunas. Caso seja absolvido, o atleta estará apto para jogar a partida de amanhã contra a Luverdense. Se for punido, a dupla de zaga será composta de Adalberto e Roberto Dias.
domingo, 25 de maio de 2014
Para nunca esquecer: Real 4x1 Atlético
Incrível, surreal, arrepiante. Certamente essas são 3 das milhares de palavras que poderiam descrever a grande final da UEFA Champions League 2014, realizada entre os rivais de Madrid: Atlético e Real.
O Real Madrid entrou em campo com um peso e toda uma nação em busca de um só objetivo: a tão sonhada "Lá Décima", no caso, o 10º título de Champions dos galácticos. Já o Atlético entrou com o peso de nunca ter conquistado a competição, bateu na trave contra o Bayern em 1974 é após 40 anos voltava a disputar uma final de Champions League.
Com um elenco muito superior ao do Atlético, o Real Madrid começou mantendo a posse de bola e atacando o Atlético, mas o trio BBC (Bale, Benzema e Cristiano) teve muitas dificuldades para furar a excelente defesa colchonera formada por Miranda, Gondín, Juanfran, Gabi e Filipe Luis. Diego Costa, uma das esperanças do alvirrubro de Madrid, acabou saindo de campo aos 8 minutos - o tratamento com placenta de égua não foi tão milagroso-.
Com a saída de Diego, o Atlético perdeu uma referência de área mas ganhou mais mobilidade pelos flancos com a entrada de Adrian Lopes.
Diego Simeone sabia das limitações técnicas do seu time em ralação ao Real Madrid, por isso impôs do 0' ao 90' uma marcação ferrenha, sem deixar nenhum tipo de espaço para os galáticos. O plano deu certo: Segurando o 0x0, o Atlético chegou ao gol com Gondín, em uma jogada de bola parada - especialidade do time de Simeone-.
No 2º tempo tudo mudou. Visivelmente cansado, o Atlético de Madrid passou a se defender e buscar apenas uma bola para definir a classificação. De um lado o experientíssimo Cassilas mantida o Real vivo com belas defesas, e do outro o jovem Courtois operava verdadeiros milagres.
Foi então que Carlo Ancelotti resolveu deixar o Real mais ofensivo: Trocou Khendira, Benzema e Coentrão e pós Isco, Morata e Marcelo - um dos melhora em campo - na partida. Com as mudanças, o Real foi para cima e pressionou cada vez mais, mas sempre esbarrando na muralha chamada Courtois. Aos 45 do segundo tempo a aflição tomava conta das duas torcidas, o juiz sinalizou mais 5 minutos, era o tudo ou nada. Aos 47 Modric bate escanteio, Sérgio Ramos sobe mais que toda zaga colchonera e cabeceia firme no canto de Courtois. 1x1, o sonho de Lá Décima iria para a prorrogação.
Esgotado, o Atlético de Madrid abdicou de jogar e tinha em campo alguns jogadores que acabaram se lesionando devido ao desgaste da partida. Este foi o caso do lateral Juanfran, que não pode ser substituído pois Diego Simeone já havia feito as 3 mexidas. E foi justamente nas costas de Juanfran que o Real chegou ao 2º gol: Di Maria deixa dois moradores no chão, bate forte, Courtois devia com o joelho e Gareth Bale - que perdeu um gol feio no primeiro tempo - escorou de cabeça, quase sem jeito, e conseguiu virar o marcador. A partir daí o Atlético tentou buscar forças até no espírito de Luis Arágones, mas a noite já estava predestinada para ser Lá Décima: Marcelo arranca é bate firme, Courtois falha (guarde isto, é algo raro) e a bola passa por baixo do braço do guarda redes. O Real ainda chegou ao 4º gol com Cristiano Ronaldo, com um gol de pênalti aos 120 minutos. Além de ajudar a conquistar "Lá Décima", Cristiano ainda igualou a Messi no número de gols em toda a carreira na Champions League.
Para o Real, a tão sonhada Lá Décima após 12 anos e finalmente poder gritar novamente que é o melhor time do mundo, coisa que não acontecia desde 2014, ainda com Zidane, Michel Salgado e Roberto Carlos.
Para o lado do Atlético, a temporada foi maravilhosa. Campeão espanhol após um longo jejum e vice-campeão europeu com muito mérito. Diego Simeone conseguiu transformar um bom time em um supertime, capaz de brigar com times gigantes como Bayern, Chelsea, Barcelona e Real Madrid.
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